
Meu deixou sem comentários, me percebi dentro dele em alguns momentos, não querendo me comparar a Paola, longe de mim. Mas a personagem...o fato de mesmo maduras, nos atroperlamos em momentos de infantilidade, onde só o que precisamos é de colo. O fato de mentir ou omitir, só pra não ficar por baixo, onde o que realmente desejamos é nos jogar nos braços do amado. Mas há uma série de regrinhas que não nos permitem fazer isso; não beijar no primeiro encontro, transar então...nunca, deixar ele saber que se está apaixonada(pelo menos, não até ele dar o indício de que também está). Sempre mostrar segurança em si. No filme Paula, é uma mulher que ultrapassa muitos limites, limites meus, e que muitas mulheres já deixaram de lado a muito tempo. Como estamos falando de mim, e das minhas impressões, quero deixar bem claro para os homens e mulheres que estão lendo, que nem todas as mulheres são desse jeito (para alívio da torcida masculina, rs). Mas continuando...mesmo sendo uma mulher onde os limites não são iguais aos meus, ou melhor, que voou mais alto, e ultrapassou limites que talvez eu ultrapasse um dia; apesar disso me identifiquei com ela. A briga gostosa por nada, para poder voltar com tudo; o querer e pronto, o pulso forte, mas ao mesmo tempo a indecisão, a delicadeza, o querer colo, o querer se encontrar, não querer tirar foto, mas depois tirar...rsrsrs, ficar sem graça ao receber elogios, ser de um jeito, para mudar completamente depois.
O final do filme me deixou stressada, mas enfim, se fosse na vida real, seria tão dificil quanto, e talvez com o mesmo fim.
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